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A Sempre Doce na MÍDIA!


Publicado em: 17/08/2014

EM Abril de 2011 a Sempre Doce foi capa do caderno de Economia do jornal,
Diário de Pernambuco.
Confira: Recife, sábado,23 de abril de 2011

ECONOMIA B1

Jovens apostam no empreendedorismo

Levantamento do Serpro e Sebrae aponta que faixa etária soma 320 mil profissionais com menos de 30 anos.

AUGUSTO FREITAS

“Quero me tornar uma espécie de Sonho de valsa, que você encontra em toda esquina”.

A FRASE DE Rafaela Raposo pode parecer pretensiosa para quem oficializou a produção de doces a pouco mais que nove meses, diante do chocolate citado, sucesso de vendas.Mais se você imaginar que os jovens representam um terço dos novos empreendedores individuais (Eis) no Brasil, a ambição é bem possível. Duvida?Conheça um pouco dessa trajetória e tire suas conclusões, pois ela pode servir de inspiração para você, jovem, que sonha em empreender e mudar de vida.A autora da frase que abre esse texto tem 20 anos, estuda administração de empresas, começou a empreender a quatro anos vendendo cerca de 150 trufas de chocolate por dia, feitas por uma tia em colégios, herdou o talento para a fabricação dos doces da mãe (aluna da tia) e tem um sonho de se tornar uma empresaria de sucesso.Seu nome é Rafaela Raposo.Disposição para o negócio tem de sobra. Tanto que não desistiu diante das brincadeiras de sua mãe. “Ela brincava falando que eu não levava jeito. Depois de aprender sobre as trufas, passei a fabricá-las e vendê-las. Já na faculdade um professor, um professor falou sobre foco em produtos. Tinha um produto que todo mundo gostava, só faltava profissionalizar a atividade”, conta Rafaela. A virada para esta jovem empresária veio com o programa do empreendedor individual, que segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro da Apoio às Micro e Pequenas empresas(SEBRAE)em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), soma 320 mil profissionais com menos de 30 anos, ou um terço dos Eis formalizados no país.Eis na faixa etária de Rafaela representam, em média, 4% de mais de um milhão formalizados.Para se formalizar ao EI, Rafaela precisou esperar, já que a lei que implantou figura jurídica em Pernambuco entrou em vigor ano passado.”Os clientes aumentaram e passaram a pedir nota fiscal. Neste tempo,investi na atividade e um expositor de acrílico foi decisivo para o sucesso das trufas”.explica.Só para constar,a empresaria escolhe a matéria-prima, fabrica, e vende trufas, ovos de chocolate (recheados e trufados)e mais uma dezena de doces. E aceita todos os cartões de credito. Para Leonardo Carolino, analistas de políticas públicas do Sebrae-PE, o crescimento nas decisões tem base no fortalecimento da divulgação aliada ao entendimento dos gestores públicos sobre a importância do EI. “Os benefícios da formalização têm atraído os profissionais por conta própria. Inclusive os jovens que enxergam um futuro previdenciário e vantagens tributarias”, revela. O final, aliás, a continuidade desta história que começamos a contar é a seguinte: Rafaela contratou um funcionaria que esta em fase de experiência para ajudá-la nas vendas de 1,5 mil trufas por semana(em média R$1cada doce)em 13 pontos de comercialização. Planos para o futuro?”Hoje a produção é feita em um espaço na casa do meu sogro,mais a compra de uma casa com uma cozinha específica está próxima”, finaliza, certa de que em breve estará em cada esquina, como uma boa concorrente do Sonho de Valsa.


Logo em seguida, em 22 de maio de 2011, participamos do PROGRAMA ENCONTRO SEBRAE,
CONFIRA NESSE LINK:
https://www.youtube.com/watch?v=d0BaZsG71UM

E ainda,
MAIS recentemente em 2013, participamos do programa VITTRINE
na TV Tribuna- Gravação dia 07-02-13
Link:

https://www.youtube.com/watch?v=46NMQt83sm0


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